LIBERDADE

Palavra de ordem da Revolução Francesa, a Liberdade permaneceu a partir dessa altura, como um direito fundamental dos cidadãos. A partir deste acontecimento histórico, as pessoas passaram a usufruir de um estatuto que até então lhes era negado, o estatuto do direito a se pronúnciar e a agir livremente, sem medo de qualquer restrição ou pena.

Mas, se até à Revolução Francesa escasseava Liberdade, hoje em dia, há quem aponte o seu excesso como um dos grandes problemas da sociedade actual. Actualmente, estamos numa fase, em que nem tão pouco se sabe definir o que é Liberdade. Se por um lado temos de admitir que todas as pessoas têm direito à sua, por outro, temos de admitir que não se pode fazer tudo o que apetece, sem olhar a meios para atingir fins.

Convinha então, que todos nós “pusessemos a mão na própria consciência”, para não saírmos do nosso “campo”, correndo o risco de entrarmos no “campo” de alguém sem sermos desejados. Às vezes, esta racionalização é díficil, no entanto, não podemos correr o risco de nos tornarmos egoístas ao ponto de limitarmos a Liberdade dos outros.

Além do saber compreender as decisões, é preciso sabê-las aceitar e viver com elas, conscientes de que assim, mesmo que muitas vezes não concordamos, estamos a respeitar os outros e acima de tudo respeitamos-nos a nós.

“A nossa Liberdade termina onde se ínicia a Liberdade do outro”.

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