Até quando poderemos viver assim?

O Ser Humano precisa de se auto-exteriorizar, de se auto-proclamar “EU SOU EU”, “EU sou “VIDA”! Numa primeira leitura haverá gente a não entender, a não perceber este texto. Afinal, não estamos em pleno século XXI? De resto, num momento em que a liberdade tantas vezes tem sido posta em causa. Ele é casos de alegados atentados ao direito à vida privada, à livre expressão de imprensa, às supostas tentativas de manipulação da informação e da própria vocação profissional de cada um.  Realmente poder-se-á pensar que não valerá a pena “bater no ceguinho”. Longe de mim, a minha questão é muito mais inculta do que aquilo que parece à primeira vista. Não! Leu bem….INCULTA. Eu nada sei, a sabedoria e a inteligente parou toda à porta de certos iluminados. Esses sim uns autênticos produtos culturais, fruto de muita inteligência (?).

Realmente, ser-se inteligente ao ponto de se pensar assim, é o primeiro passo para a auto-destruição. A necessidade de mostrar o quanto somos inteligentes, e como o somos mais do que os outros que nos rodeiam, atinge um tal grau de extremidade que se tornará, pouco a pouco, insuportável. Quem vive só para si, a pensar em si, constantemente a transformar-nos em “pares de jarras”, com o único objectivo de lhes decorar o seu caminho e o “percurso sábio”, vê-se, de facto, na “sua praia”. As “jarras” são objectos inanimados. No entanto, esses iluminados vivem amnésicos. As jarras poderão ser, efectivamente, habitats de vida.

O Ser Humano, enquanto Ser genético não passa de um amontoado de ossos, de músculos e de matéria gorda, porventura. Todavia, a sua maior genialidade está na possibilidade de produzir material informativo, ideias, pensamentos, sentimentos. É aqui, neste tão proveitoso campo de forças, de um lado a “inteligência dos sobredotados”, do outro as “jarras”, que o Ser Humano vive e habita. Nunca poderemos ser inteligentes enquanto  continuarmos a ir roubar as telhas do telhado do vizinho para construírmos o telhado da nossa casa. É simplesmente impossível e insustentável.

Mais uma vez, apelo à vossa incultura para perceber este pensamento.

Já agora, não se inibam de demonstrar as vossas opiniões….mesmo as cultas! Este é um blog livre.

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